Livro teórico
Livro: Educador alquimista
“A arte de transformar informação em conhecimento e bons exemplos em princípios de vida “
Educador Alquimista, como explica o seu subtítulo, trata-se do poder que temos como professores, de "transformar informação em conhecimento e bons exemplos em princípios de vida". Para que isso seja possível, a autora Maria Lúcia Mercadante Naddeo dá inúmeros exemplos e sugestões a partir da sua vasta experiência como educadora e palestrante, tratando dos assuntos mais diversos. Entre eles, a sensação de frio na barriga no primeiro dia de aula, a difícil tarefa de ajudar alunos que são vítimas da violência doméstica e a necessidade de levar em consideração os diferentes estilos de aprendizagem dos educando. A educadora mostra neste livro, que ser um educador alquimista, é algo que pode ser conseguido por qualquer pessoa. Basta ter disponibilidade para ser autêntico, coerente, flexível e ter muita coragem de romper com paradigmas ainda vigente em relação ao ensinar/educar. A obra tem como proposta apresentar e discutir vivência na sala de aula com a mediação do professor-educador, como facilitador e que permita que nossos educando se conheçam, e assim possam ter controle sobre as informações aprendidas, transformando-as em conhecimento.
Educar é promover mudanças.
É reconhecer-se numa via de mão dupla...
É ter a humildade de aprender ao ensinar...
É ver o mundo pelo olhar do outro...
É facilitar, motivar,instigar,discutir,avaliar...
E todos esses verbos conjugados de forma reflexiva...
Educar é exercer a incrível arte da transformação...
É alquimia!
É transformar informação em conhecimento...
quarta-feira, 17 de março de 2010
Livro literário
Livro: Memórias Póstumas de Brás Cuba
Autor: Machado de Assis
Resumo do livro e seus personagens
Em capítulos muito curtos, a história tem início com a morte de Brás Cuba e seus personagens vão sendo apresentados à medida que participarem da vida dele. Brás Cubas, depois de morto, resolve escrever sua autobiografia. As lembranças vêm fragmentadas cabendo ao leitor organizá-las para acompanhar o relato.
As informações sobre seu nascimento e sua infância são poucas, mas revela que ele foi uma criança muito mimada e travessa, sendo apelidado de “menino diabo”. Sobre seu período na escola, quase nada fala, mas conta que cresceu normalmente.
De tudo o que ele narra sobre sua vida, salientam-se seus amores juvenis por Marcel, uma prostituta de luxo que quase acabava com a fortuna da família. Para que ele se curasse dessa paixão, os pais o enviam à Europa, de onde ele retorna já doutor, às véspera da morte da sua mãe.
Após um inconsequente namoro com Eugênia, moça pobre e com defeito na perna, fica noivo de Virgília, cujo pai, pessoa influente, poderia favorecer a almejada carreira política do rapaz. Ela ,no entanto, se casa com Lobo Neves, homem inteligente e candidato à carreira política e m ais decidido que Brás Cubas.
Anos depois, Brás Cubas e Virgília se reencontram, ela já casada, e tornam-se amantes, passando a viver a paixão que não viveram quando noivos. Depois a paixão esfria, reacendendo quando Virgília fica grávida dele. A criança morre antes de nascer e os amantes se separam.
Sabina, irmã de Brás Cubas, arranja-lhe uma noiva, Eulália (Nhã-Loló), que, no entanto, morre vítima de uma epidemia, antes do casamento.
Sem objetivos na vida e entediado, Brás Cubas reencontra Quincas Borba, colega dos tempos de escola, que se diz filósofo e expõe ao amigo sua filosofia, o Humanitismo. No primeiro reencontro, Quincas, pobre e miserável, rouba o relógio de Brás. Tempos depois, após ter recebido uma herança e com boa posição social, reaparece e restitui-lhe o objeto roubado. Mais tarde,Quincas Borba enlouquece e Brás Cubas, procurando uma forma menos tediosa de viver,tenta a política,porém sem sucesso.
Perseguindo a celebridade, pensa em produzir um remédio que levaria seu nome, o “Emplastro Brás Cubas“. Entretanto, irônica e tragicamente, numa de suas saídas à rua para cuidar do projeto, apanha uma pneumonia da qual vem a falecer com 64 anos,rico solteiro,acompanhado de Virgília e de alguns poucos amigos.
Brás Cuba termina sua narrativa resumindo a vida pela negação, revelando sua descrença em relação ao mundo e concluindo que saiu da vida com um pequeno saldo, pelo fato de não ter deixado filhos e, portanto, não ter transmitido a ninguém sua miséria física e moral.
Personagens mais relevantes
Brás Cubas: narrador, protagonista, morto aos 64 anos.
Marcela: primeiro grande amor da vida de Brás Cubas, prostituta de elite, cujo amor por ele duraria “quinze meses e onze conto de rés”.
Virgília: filha do Conselheiro Dutra. Fica noiva de Brás Cubas, mas casa-se,por interesse,com Lobo Neves e com ele tem um filho, Nhô-Nhô. Depois se torna amante de Brás.
Lobo Neves: homem inteligente e astuto, frio e calculista. Arrebata Virgília de Brás e a almejada candidatura política deste.
Dona Plácida: uma velha senhora, ex-empregada, amiga e confidente de Virgília, e protetora da relação extraconjugal desta com Brás Cubas.
Sabina: irmã de Brás briga com ele pela herança da família, reconciliam-se depois.
Cotrim: marido de Sabina, interesseiro e ambicioso.
Eugênia: filha de Eusébia e Dr.Vilaça. Delicada e bela, apesar de ter um defeito na perna. Envolveu-se com Brás, mas sem conseqüências. Apelidada por ele de “flor da moita”.
Eulália: chamada familiarmente de Nhá-Loló,19 anos,expressão angelical.Filha de Damasceno,um irmão de Cotrim.Fica noiva de Brás,mas morre ante do casamento.Apelidada por ele de “flor do Pântano”.
Quincas Borbas: colega de escola de Brás. Desenvolveu a filosofia do Humanitismo, porém acabou louco.
Autor: Machado de Assis
Resumo do livro e seus personagens
Em capítulos muito curtos, a história tem início com a morte de Brás Cuba e seus personagens vão sendo apresentados à medida que participarem da vida dele. Brás Cubas, depois de morto, resolve escrever sua autobiografia. As lembranças vêm fragmentadas cabendo ao leitor organizá-las para acompanhar o relato.
As informações sobre seu nascimento e sua infância são poucas, mas revela que ele foi uma criança muito mimada e travessa, sendo apelidado de “menino diabo”. Sobre seu período na escola, quase nada fala, mas conta que cresceu normalmente.
De tudo o que ele narra sobre sua vida, salientam-se seus amores juvenis por Marcel, uma prostituta de luxo que quase acabava com a fortuna da família. Para que ele se curasse dessa paixão, os pais o enviam à Europa, de onde ele retorna já doutor, às véspera da morte da sua mãe.
Após um inconsequente namoro com Eugênia, moça pobre e com defeito na perna, fica noivo de Virgília, cujo pai, pessoa influente, poderia favorecer a almejada carreira política do rapaz. Ela ,no entanto, se casa com Lobo Neves, homem inteligente e candidato à carreira política e m ais decidido que Brás Cubas.
Anos depois, Brás Cubas e Virgília se reencontram, ela já casada, e tornam-se amantes, passando a viver a paixão que não viveram quando noivos. Depois a paixão esfria, reacendendo quando Virgília fica grávida dele. A criança morre antes de nascer e os amantes se separam.
Sabina, irmã de Brás Cubas, arranja-lhe uma noiva, Eulália (Nhã-Loló), que, no entanto, morre vítima de uma epidemia, antes do casamento.
Sem objetivos na vida e entediado, Brás Cubas reencontra Quincas Borba, colega dos tempos de escola, que se diz filósofo e expõe ao amigo sua filosofia, o Humanitismo. No primeiro reencontro, Quincas, pobre e miserável, rouba o relógio de Brás. Tempos depois, após ter recebido uma herança e com boa posição social, reaparece e restitui-lhe o objeto roubado. Mais tarde,Quincas Borba enlouquece e Brás Cubas, procurando uma forma menos tediosa de viver,tenta a política,porém sem sucesso.
Perseguindo a celebridade, pensa em produzir um remédio que levaria seu nome, o “Emplastro Brás Cubas“. Entretanto, irônica e tragicamente, numa de suas saídas à rua para cuidar do projeto, apanha uma pneumonia da qual vem a falecer com 64 anos,rico solteiro,acompanhado de Virgília e de alguns poucos amigos.
Brás Cuba termina sua narrativa resumindo a vida pela negação, revelando sua descrença em relação ao mundo e concluindo que saiu da vida com um pequeno saldo, pelo fato de não ter deixado filhos e, portanto, não ter transmitido a ninguém sua miséria física e moral.
Personagens mais relevantes
Brás Cubas: narrador, protagonista, morto aos 64 anos.
Marcela: primeiro grande amor da vida de Brás Cubas, prostituta de elite, cujo amor por ele duraria “quinze meses e onze conto de rés”.
Virgília: filha do Conselheiro Dutra. Fica noiva de Brás Cubas, mas casa-se,por interesse,com Lobo Neves e com ele tem um filho, Nhô-Nhô. Depois se torna amante de Brás.
Lobo Neves: homem inteligente e astuto, frio e calculista. Arrebata Virgília de Brás e a almejada candidatura política deste.
Dona Plácida: uma velha senhora, ex-empregada, amiga e confidente de Virgília, e protetora da relação extraconjugal desta com Brás Cubas.
Sabina: irmã de Brás briga com ele pela herança da família, reconciliam-se depois.
Cotrim: marido de Sabina, interesseiro e ambicioso.
Eugênia: filha de Eusébia e Dr.Vilaça. Delicada e bela, apesar de ter um defeito na perna. Envolveu-se com Brás, mas sem conseqüências. Apelidada por ele de “flor da moita”.
Eulália: chamada familiarmente de Nhá-Loló,19 anos,expressão angelical.Filha de Damasceno,um irmão de Cotrim.Fica noiva de Brás,mas morre ante do casamento.Apelidada por ele de “flor do Pântano”.
Quincas Borbas: colega de escola de Brás. Desenvolveu a filosofia do Humanitismo, porém acabou louco.
sábado, 13 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
X Encontro-Gestar II
Aos dias 21 de Fevereiro de 2010,realizamos o encontro do Gestar II, iniciando o tp6. De início a reflexão do dia, com a fábula “O leão e o ratinho”.
Realizamos um estudo coletivo do texto “Argumentação e linguagem”, página 13 do TP 6 da autora Maria Luiza Monteiro Sales Coroa – Unidade 21.
O debate, de forma bastante participativa, girou em torno da seguinte fala da autora “...todos os seres humanos são, ao mesmo tempo, origem e produto da linguagem, origem e produto da história que nos leva a construir formas de comunicação e de atuação específicas.”
Em seguida, estudamos a Seção 1 “A construção da argumentação”, cujo objetivo: identificar marcas de argumentatividade na organização dos textos foi alcançado. Refletimos sobre o uso da língua e linguagem para atuação e ação do homem sobre o mundo e as coisas e a produção de resultados a partir dessas ações linguísticas.
Discutimos a diferença entre argumento e tese. Através da atividade 4 da página 20 – texto abaixo. Analisamos a busca do texto em convencer o leitor acerca de uma idéia principal. Os cuidados com alimentação contribuem para que o processo de envelhecimento transcorra sem sustos. A essa idéia chamamos tese do texto argumentativo.
Coma Bem viva mais
Cuidados com alimentação contribuem para que o processo de envelhecimento transcorra sem sustos.
• Incremente as refeições com vegetais.
Planeje 5 porções (legumes, frutas frescas, grãos, por exemplo.) por dia.
• Beba água. Em média, de 6 a 8 copos diariamente.
• Atente para quantidade de gordura, colesterol e sal e não abuse de enlatados e alimentos processados.
• Com a idade, o metabolismo se torna mais lento. Converse com seu médico para saber quantas calorias consumir por dia.
• Não use suplementos sem que eles sejam recomendados pelo especialista
Observamos que as maneiras de organizar os argumentos para comprovar a tese são diferentes; realizamos então, coletivamente a atividade 5 - Texto: Em busca da longevidade de Dr. Ernesto Silva. Identificamos a tese, os argumentos usados para comprovar a validade dessa tese. Além disso, comparamos os textos das duas atividades 4 e 5 analisando a organização dos argumentos de cada um. Dando continuidade as atividades, dividimos a turma em grupo onde cada um elaborou um texto argumentativo partindo de um provérbio escolhido pela equipe, terminado o tempo estipulado para realização da atividade, cada equipe lia o seu texto e os demais iam descobrindo a qual provérbio estava relacionado, como também, questionamento sobre as estratégias argumentativas utilizadas.Dando continuidade foi entregue textos aos cursistas, para que os mesmos identificassem em quais tipos de argumentos estavam baseados, (autoridade, consenso, provas concretas, por ilustração, por exemplo, raciocínio lógico), enfim foi uma atividade bastante proveitosa.
Realizamos um estudo coletivo do texto “Argumentação e linguagem”, página 13 do TP 6 da autora Maria Luiza Monteiro Sales Coroa – Unidade 21.
O debate, de forma bastante participativa, girou em torno da seguinte fala da autora “...todos os seres humanos são, ao mesmo tempo, origem e produto da linguagem, origem e produto da história que nos leva a construir formas de comunicação e de atuação específicas.”
Em seguida, estudamos a Seção 1 “A construção da argumentação”, cujo objetivo: identificar marcas de argumentatividade na organização dos textos foi alcançado. Refletimos sobre o uso da língua e linguagem para atuação e ação do homem sobre o mundo e as coisas e a produção de resultados a partir dessas ações linguísticas.
Discutimos a diferença entre argumento e tese. Através da atividade 4 da página 20 – texto abaixo. Analisamos a busca do texto em convencer o leitor acerca de uma idéia principal. Os cuidados com alimentação contribuem para que o processo de envelhecimento transcorra sem sustos. A essa idéia chamamos tese do texto argumentativo.
Coma Bem viva mais
Cuidados com alimentação contribuem para que o processo de envelhecimento transcorra sem sustos.
• Incremente as refeições com vegetais.
Planeje 5 porções (legumes, frutas frescas, grãos, por exemplo.) por dia.
• Beba água. Em média, de 6 a 8 copos diariamente.
• Atente para quantidade de gordura, colesterol e sal e não abuse de enlatados e alimentos processados.
• Com a idade, o metabolismo se torna mais lento. Converse com seu médico para saber quantas calorias consumir por dia.
• Não use suplementos sem que eles sejam recomendados pelo especialista
Observamos que as maneiras de organizar os argumentos para comprovar a tese são diferentes; realizamos então, coletivamente a atividade 5 - Texto: Em busca da longevidade de Dr. Ernesto Silva. Identificamos a tese, os argumentos usados para comprovar a validade dessa tese. Além disso, comparamos os textos das duas atividades 4 e 5 analisando a organização dos argumentos de cada um. Dando continuidade as atividades, dividimos a turma em grupo onde cada um elaborou um texto argumentativo partindo de um provérbio escolhido pela equipe, terminado o tempo estipulado para realização da atividade, cada equipe lia o seu texto e os demais iam descobrindo a qual provérbio estava relacionado, como também, questionamento sobre as estratégias argumentativas utilizadas.Dando continuidade foi entregue textos aos cursistas, para que os mesmos identificassem em quais tipos de argumentos estavam baseados, (autoridade, consenso, provas concretas, por ilustração, por exemplo, raciocínio lógico), enfim foi uma atividade bastante proveitosa.
IX Encontro
Aos dias 13 de fevereiro de 2010, realizamos mais um Encontro do Gestar II, dando continuidade ao TP5, unidade 19/20, conduzimos nosso trabalho focalizando as marcas de coesão, no texto, os elos coesivos, as relações lógicas existentes na construção do texto.
Como de hábito fizemos uma reflexão com um texto “Depende das mãos”, que nos levou a concluir que a solução de nossos problemas, das preocupações, sonhos, anseios, temores, interesses, depende mãos que os tem.
Em seguida dividimos as seções, em grupo, onde cada grupo fez a leitura e optou por uma atividade referente a cada seção.
Foi um encontro bastante proveitoso sempre fazendo a relação da prática de atividade com a prática na sala de aula.
Foi um encontro bastante proveitoso sempre fazendo a relação da prática de atividade com a pratica na sala de aula.
Para subsidiar as atividades do TP foi entregue um quadro resumo sobre os tipos de coesão (referencia e seqüencia). De forma lúdica trabalhamos o domínio da relação lógica.
Dando continuidade, foi trabalhado um texto (urubus e sabiás) de Rubem Alves, estabelecendo a coesão e posteriormente uma reflexão.
OS MÚLTIPLOS OLHARES SOBRE A LEITURA
ESTABELEÇA A COESÃO DO TEXTO,COMPLETANDO COM AS PALAVRAS QUE ESTÃO FALTANDO:
MAS, MESMO ,ELES,PARA, QUAIS DELES,OUTROS,FOI ASSIM QUE,TUDO,ATÉ QUE,OS VELHOS URUBUS,E ELES,SEUS ,E AS POBRES AVES, TAIS COISAS,POR QUE ELAS,URUBUS, PARA , ASSIM
Urubus e sabiás
Rubem Alves
"___________ aconteceu numa terra distante, no tempo em que os bichos falavam... Os urubus, aves por natureza becadas, ________ sem grandes dotes para o canto, decidiram que, __________ contra a natureza ________ haveriam de se tornar grandes cantores. E para ________ fundaram escolas e importaram professores, gargarejaram dó-ré-mi-fá, mandaram imprimir diplomas, e fizeram competições entre si,_________ ver ____________seriam os mais importantes e teriam a permissão para mandar nos ____________.
_______________eles organizaram concursos e se deram nomes pomposos, e o sonho de cada urubuzinho, instrutor em início de carreira, era se tornar um respeitável urubu titular, a quem todos chamam de Vossa Excelência.__________ ia muito bem __________a doce tranqüilidade da hierarquia dos urubus foi estremecida. A floresta foi invadida por bandos de pintassilgos tagarelas, que brincavam com os canários e faziam serenatas para os sabiás...__________________ entortaram o bico, o rancor encrespou a testa , ________________convocaram pintassilgos, sabiás e canários para um inquérito.
— Onde estão os documentos dos______________ concursos? __________________ se olharam perplexas,_____________ nunca haviam imaginado que ______________ houvessem. Não haviam passado por escolas de canto, ____________ o canto nascera com __________. E nunca apresentaram um diploma__________ provar que sabiam cantar,____________ cantavam simplesmente...
— Não,____________não pode ser. Cantar sem a titulação devida é um desrespeito à ordem.
E _____________, em uníssono, expulsaram da floresta os passarinhos que cantavam sem alvarás...
MORAL: Em terra de urubus diplomados não se houve canto de sabiá."
RUBEM ALVES, "Estórias de quem gosta de ensinar.
Como de hábito fizemos uma reflexão com um texto “Depende das mãos”, que nos levou a concluir que a solução de nossos problemas, das preocupações, sonhos, anseios, temores, interesses, depende mãos que os tem.
Em seguida dividimos as seções, em grupo, onde cada grupo fez a leitura e optou por uma atividade referente a cada seção.
Foi um encontro bastante proveitoso sempre fazendo a relação da prática de atividade com a prática na sala de aula.
Foi um encontro bastante proveitoso sempre fazendo a relação da prática de atividade com a pratica na sala de aula.
Para subsidiar as atividades do TP foi entregue um quadro resumo sobre os tipos de coesão (referencia e seqüencia). De forma lúdica trabalhamos o domínio da relação lógica.
Dando continuidade, foi trabalhado um texto (urubus e sabiás) de Rubem Alves, estabelecendo a coesão e posteriormente uma reflexão.
OS MÚLTIPLOS OLHARES SOBRE A LEITURA
ESTABELEÇA A COESÃO DO TEXTO,COMPLETANDO COM AS PALAVRAS QUE ESTÃO FALTANDO:
MAS, MESMO ,ELES,PARA, QUAIS DELES,OUTROS,FOI ASSIM QUE,TUDO,ATÉ QUE,OS VELHOS URUBUS,E ELES,SEUS ,E AS POBRES AVES, TAIS COISAS,POR QUE ELAS,URUBUS, PARA , ASSIM
Urubus e sabiás
Rubem Alves
"___________ aconteceu numa terra distante, no tempo em que os bichos falavam... Os urubus, aves por natureza becadas, ________ sem grandes dotes para o canto, decidiram que, __________ contra a natureza ________ haveriam de se tornar grandes cantores. E para ________ fundaram escolas e importaram professores, gargarejaram dó-ré-mi-fá, mandaram imprimir diplomas, e fizeram competições entre si,_________ ver ____________seriam os mais importantes e teriam a permissão para mandar nos ____________.
_______________eles organizaram concursos e se deram nomes pomposos, e o sonho de cada urubuzinho, instrutor em início de carreira, era se tornar um respeitável urubu titular, a quem todos chamam de Vossa Excelência.__________ ia muito bem __________a doce tranqüilidade da hierarquia dos urubus foi estremecida. A floresta foi invadida por bandos de pintassilgos tagarelas, que brincavam com os canários e faziam serenatas para os sabiás...__________________ entortaram o bico, o rancor encrespou a testa , ________________convocaram pintassilgos, sabiás e canários para um inquérito.
— Onde estão os documentos dos______________ concursos? __________________ se olharam perplexas,_____________ nunca haviam imaginado que ______________ houvessem. Não haviam passado por escolas de canto, ____________ o canto nascera com __________. E nunca apresentaram um diploma__________ provar que sabiam cantar,____________ cantavam simplesmente...
— Não,____________não pode ser. Cantar sem a titulação devida é um desrespeito à ordem.
E _____________, em uníssono, expulsaram da floresta os passarinhos que cantavam sem alvarás...
MORAL: Em terra de urubus diplomados não se houve canto de sabiá."
RUBEM ALVES, "Estórias de quem gosta de ensinar.
VIII Encontro- Gestar II
Aos dias 08 de janeiro de 2010 realizamos mais um Encontro do Gestar, onde trabalhamos a unidade 17/18 do TP5. (Estilística) coerência textual.
De início a mensagem reflexiva “O relógio”, a qual mostra o quanto é importante o trabalho em conjunto, como também, a importância do dever cumprido. Dando continuidade às atividades com as interrogações: O que é estilo? O estilo é consciente? O que é coerência? Onde cada cursista fez sua colocação, em seguida utilizamos o texto “O estilo de cada um- descrição de um lago segundo variadas profissões,” esse texto foi utilizado com o objetivo de distinguir estilo individual da estilística. Cada equipe fez a socialização apontando as marcas linguísticas, que caracterizavam a profissão.
O ESTILO DE CADA UM
VÁRIAS PESSOAS DESCREVENDO UM LAGO, SEGUNDO SUAS PROFISSÕES:
Aquelas águas meritíssimas se espraiavam delituosamente pelas as margens. O inocente lago defendia-se assim,legitimamente,da floresta,desembargava suas árvores pelos arredores sem nenhuma apelação.no alto,as montanhas, com suas togas de neve revestindo o cimo.(___________________________________)
Aquele lago me deixou um diagnóstico.Sua beleza era selvagem como uma crise aguda e suas águas viviam permanentemente em estado comatoso.O vento,como bisturi,cortava a superfície das águas escarlatinadas pelo mercúrio que cobria todo o céu no pôr-do-sol.(______________________________________)
Entende... Era um negócio legal. Aquele lago muito na sua, curtindo, um vale cheio de ervas, sacou?O vento transava pela cuca das árvores no baratino mais legal, mais chuchu beleza da paróquia.(_________________________________)
Não sei por um fenômeno de aculturação ou se por um processo de amadurecimento, aquele lago se inseria perfeitamente no contexto da natureza circundante e marginal.Achei muito válida a inserção das árvores,dando uma conotação existencialista ao pluralismo vegetal que ali estava.(___________________________)
Prezado Senhor Quando olhei para o céu vi nuvens que seguiam anexas atenciosamente por sobre um monte abaixo-assinado, que ciente de sua participação na paisagem pedia deferimento respeitosamente para a floresta que nestes termos se estendia por todo vale refletindo-se nas impiedosas. Agradecidos águas do lago.(_____________________________________________)
A unidade 18, que trata sobre coerência textual foi desenvolvida com a dinâmica, “continuando a história” iniciada a história por um cursista com uma imagem, os demais cursistas de posse da sua imagem dava continuidade (verbalmente) dando coerência, ao texto iniciado.
Observe como o texto ficou legal! Lembrando que as figuras estavam relacionadas ao meio ambiente, jovens, crianças, mulheres grávidas, animais, etc...
“O futuro da humanidade está nas mãos das crianças. E os jovens também têm que lutar pelo mundo melhor. Nesse sentido, devemos cuidar bem da natureza principalmente preservando os animais.
Com a destruição da natureza muitas pessoas vivem em estado crítico, conseqüentemente é impossível mergulhar nos rios de água pura e cristalina.
Por isso devemos preservar sempre limpa as águas dos rios, dos mares, para que as crianças que vamos embalar futuramente possam desfrutar de um ambiente saudável. “Se não tivermos uma atitude racional o lixo que temos no planeta pode parar dentro de nós.” (cursistas do gestar II)
Atividade se encerrou com a socialização apesar de simples, foi muito proveitosa, pois os cursistas interagiram bastante.
De início a mensagem reflexiva “O relógio”, a qual mostra o quanto é importante o trabalho em conjunto, como também, a importância do dever cumprido. Dando continuidade às atividades com as interrogações: O que é estilo? O estilo é consciente? O que é coerência? Onde cada cursista fez sua colocação, em seguida utilizamos o texto “O estilo de cada um- descrição de um lago segundo variadas profissões,” esse texto foi utilizado com o objetivo de distinguir estilo individual da estilística. Cada equipe fez a socialização apontando as marcas linguísticas, que caracterizavam a profissão.
O ESTILO DE CADA UM
VÁRIAS PESSOAS DESCREVENDO UM LAGO, SEGUNDO SUAS PROFISSÕES:
Aquelas águas meritíssimas se espraiavam delituosamente pelas as margens. O inocente lago defendia-se assim,legitimamente,da floresta,desembargava suas árvores pelos arredores sem nenhuma apelação.no alto,as montanhas, com suas togas de neve revestindo o cimo.(___________________________________)
Aquele lago me deixou um diagnóstico.Sua beleza era selvagem como uma crise aguda e suas águas viviam permanentemente em estado comatoso.O vento,como bisturi,cortava a superfície das águas escarlatinadas pelo mercúrio que cobria todo o céu no pôr-do-sol.(______________________________________)
Entende... Era um negócio legal. Aquele lago muito na sua, curtindo, um vale cheio de ervas, sacou?O vento transava pela cuca das árvores no baratino mais legal, mais chuchu beleza da paróquia.(_________________________________)
Não sei por um fenômeno de aculturação ou se por um processo de amadurecimento, aquele lago se inseria perfeitamente no contexto da natureza circundante e marginal.Achei muito válida a inserção das árvores,dando uma conotação existencialista ao pluralismo vegetal que ali estava.(___________________________)
Prezado Senhor Quando olhei para o céu vi nuvens que seguiam anexas atenciosamente por sobre um monte abaixo-assinado, que ciente de sua participação na paisagem pedia deferimento respeitosamente para a floresta que nestes termos se estendia por todo vale refletindo-se nas impiedosas. Agradecidos águas do lago.(_____________________________________________)
A unidade 18, que trata sobre coerência textual foi desenvolvida com a dinâmica, “continuando a história” iniciada a história por um cursista com uma imagem, os demais cursistas de posse da sua imagem dava continuidade (verbalmente) dando coerência, ao texto iniciado.
Observe como o texto ficou legal! Lembrando que as figuras estavam relacionadas ao meio ambiente, jovens, crianças, mulheres grávidas, animais, etc...
“O futuro da humanidade está nas mãos das crianças. E os jovens também têm que lutar pelo mundo melhor. Nesse sentido, devemos cuidar bem da natureza principalmente preservando os animais.
Com a destruição da natureza muitas pessoas vivem em estado crítico, conseqüentemente é impossível mergulhar nos rios de água pura e cristalina.
Por isso devemos preservar sempre limpa as águas dos rios, dos mares, para que as crianças que vamos embalar futuramente possam desfrutar de um ambiente saudável. “Se não tivermos uma atitude racional o lixo que temos no planeta pode parar dentro de nós.” (cursistas do gestar II)
Atividade se encerrou com a socialização apesar de simples, foi muito proveitosa, pois os cursistas interagiram bastante.
segunda-feira, 8 de março de 2010
VII ENCONTRO GESTAR-II
Aos dias 12 de Dezembro realizamos mais um encontro do gestar II.Iniciamos nossos estudos compartilhando uma mensagem reflexiva "lição de vida".Partimos para atividade do dia com o questionamento:Por que meu aluno não Lê?
os cursistas foram participativos nos seus comentários,e em análise constatamos que o educando "é produto do meio o qual está inserido" ,ou seja,se no meio em que convive existe o hábito de leitura,ele a desenvolve com prazer,caso contrário,não.Destacou-se a importância do professor como modelo de leitor para o aluno,tendo em vista às vezes o único modelo que os alunos tem.No momento trabalhamos um texto de Magda Soares sobre letramento,no qual ficou eminente a importância de ensinar a ler e escrever dentro de um contexto onde a escrita e a leitura tenham sentido e façam parte da vida do aluno.
os cursistas foram participativos nos seus comentários,e em análise constatamos que o educando "é produto do meio o qual está inserido" ,ou seja,se no meio em que convive existe o hábito de leitura,ele a desenvolve com prazer,caso contrário,não.Destacou-se a importância do professor como modelo de leitor para o aluno,tendo em vista às vezes o único modelo que os alunos tem.No momento trabalhamos um texto de Magda Soares sobre letramento,no qual ficou eminente a importância de ensinar a ler e escrever dentro de um contexto onde a escrita e a leitura tenham sentido e façam parte da vida do aluno.
VI Encontro - Gestar II
VI Encontro - Gestar II
Aos dias 21 de Novembro de 2009, foi realizado mais um encontro do gestar II- língua portuguesa. De início foi feito uma reflexão sobre a interação de todos que estão envolvidos no processo da educação,tendo como base a mensagem o professor e a semente da educação.
Em seguida,trabalhamos o tp4, tendo como foco as funções da escrita nas práticas do cotidiano,nos seguintes questionamentos:
• Listar duas atividades de escrita que você produz no seu cotidiano, descrevendo elementos que caracterizam os Gêneros as situações de produção textual.
• Aproximadamente quantas palavras você escreve quando desenvolve esta atividade?
• Quem a lê?
• Quanto ao grau de formalidade necessário na escrita dessa atividade:é baixo,mediano,ou alto?
• Qual o suporte ( ou portador de texto ,isto é,em que tipo de material o texto está escrito ou impresso) que utiliza?
• Quantos e quais livros leram neste ano de 2009?Com qual finalidade?
• O que é ler?
• O que você entende por alfabetização e letramento?
Diante dos questionamentos citados constatamos que as atividades de escrita e leitura dos professores estão em maior parte, destinadas as atividades escolares. A falta de tempo foi um dos itens mais relatados pelos cursistas para o desenvolvimento de leituras extras.
Dando continuação as atividades, foi trabalhado dinâmicas com rótulos e embalagens, em que cada participante dizia pistas para que os demais descobrissem a qual produto pertencia,tendo como reflexão os conhecimentos prévios necessários sobrem os produtos utilizados, a importância de perceber as informações trazidas nos rótulos e embalagens. Enfim, foi um encontro bastante proveitoso.
Aproveitamos o momento para cursista Mª Lizete Duarte relatar a atividade realizada com as turmas de 6º e 7º anos, a produção do cordel, segundo a professora o trabalho foi relevante pois, “ os alunos compreenderam o que seria um cordel,aprenderam a fazer suas próprias produções,sentiram-se motivados e inspirados para o desenvolvimento dos trabalhos. A seguir um cordel produzido por seus alunos,com o tema trabalhador rural:
Trabalhador rural
Vou começando falar
Da vida de um sofredor
Do trabalhador rural
Sofre sem ter valor
De toda população
Esse é o agricultor
O agricultor rural
Sofre com a poluição
Pois destrói o seu produto
Causando devastação
Destruindo o futuro
Trazendo desunião
Vivendo do seu trabalho
ele garante o seu pão
cultivando sua terra
de enxada já na mão
ele traz prosperidade
no nordeste do sertão
O agricultor rural
Está largado de lado
Procurando o sustento
Ele não é respeitado
Por toda população
Não é mais valorizado
Trabalhando em sua roça
É homem trabalhador
Que luta pelo seu povo
Ele tem o seu valor
Lutando pelo seus filhos
Nesse sertão sofredor
Trabalhando com orgulho
Lembra de nossas crianças
Construindo o futuro
pensa em viver na lembrança
pro futuro brasileiro
trazer luz e esperança
começando o seu trabalho
o sol vem levantar
pro serviço render mais
ele tende a melhorar
cultivando sua terra
vendo o produto aumentar
vendo o trabalho crescer
cultiva com alegria
a terra que Deus lhe deu
trabalhando noite e dia
faz crescer o seu produto
ele vive em harmonia
cultivando sua terra
garante boa produção
vai garantindo o viver
de seus filhos no sertão
para não morrer de fome
não causar desunião
o trabalhador rural
tem que ser valorizado
pois sem ele nesse mundo
o comércio está parado
pois não tem consumidor
não tem nada no mercado
ele tem o seu direito
temos que o respeitar
vai lutando pelo povo
faz o mundo melhorar
pra conseguir o que quer
é preciso trabalhar
a renovação do mundo
depende do agricultor
por isso é importante
ele ter o seu valor
para isso já existe
o dia do trabalhador
(Leandro,Antônio,Marcélia,Rosielha,Luana)
Aos dias 21 de Novembro de 2009, foi realizado mais um encontro do gestar II- língua portuguesa. De início foi feito uma reflexão sobre a interação de todos que estão envolvidos no processo da educação,tendo como base a mensagem o professor e a semente da educação.
Em seguida,trabalhamos o tp4, tendo como foco as funções da escrita nas práticas do cotidiano,nos seguintes questionamentos:
• Listar duas atividades de escrita que você produz no seu cotidiano, descrevendo elementos que caracterizam os Gêneros as situações de produção textual.
• Aproximadamente quantas palavras você escreve quando desenvolve esta atividade?
• Quem a lê?
• Quanto ao grau de formalidade necessário na escrita dessa atividade:é baixo,mediano,ou alto?
• Qual o suporte ( ou portador de texto ,isto é,em que tipo de material o texto está escrito ou impresso) que utiliza?
• Quantos e quais livros leram neste ano de 2009?Com qual finalidade?
• O que é ler?
• O que você entende por alfabetização e letramento?
Diante dos questionamentos citados constatamos que as atividades de escrita e leitura dos professores estão em maior parte, destinadas as atividades escolares. A falta de tempo foi um dos itens mais relatados pelos cursistas para o desenvolvimento de leituras extras.
Dando continuação as atividades, foi trabalhado dinâmicas com rótulos e embalagens, em que cada participante dizia pistas para que os demais descobrissem a qual produto pertencia,tendo como reflexão os conhecimentos prévios necessários sobrem os produtos utilizados, a importância de perceber as informações trazidas nos rótulos e embalagens. Enfim, foi um encontro bastante proveitoso.
Aproveitamos o momento para cursista Mª Lizete Duarte relatar a atividade realizada com as turmas de 6º e 7º anos, a produção do cordel, segundo a professora o trabalho foi relevante pois, “ os alunos compreenderam o que seria um cordel,aprenderam a fazer suas próprias produções,sentiram-se motivados e inspirados para o desenvolvimento dos trabalhos. A seguir um cordel produzido por seus alunos,com o tema trabalhador rural:
Trabalhador rural
Vou começando falar
Da vida de um sofredor
Do trabalhador rural
Sofre sem ter valor
De toda população
Esse é o agricultor
O agricultor rural
Sofre com a poluição
Pois destrói o seu produto
Causando devastação
Destruindo o futuro
Trazendo desunião
Vivendo do seu trabalho
ele garante o seu pão
cultivando sua terra
de enxada já na mão
ele traz prosperidade
no nordeste do sertão
O agricultor rural
Está largado de lado
Procurando o sustento
Ele não é respeitado
Por toda população
Não é mais valorizado
Trabalhando em sua roça
É homem trabalhador
Que luta pelo seu povo
Ele tem o seu valor
Lutando pelo seus filhos
Nesse sertão sofredor
Trabalhando com orgulho
Lembra de nossas crianças
Construindo o futuro
pensa em viver na lembrança
pro futuro brasileiro
trazer luz e esperança
começando o seu trabalho
o sol vem levantar
pro serviço render mais
ele tende a melhorar
cultivando sua terra
vendo o produto aumentar
vendo o trabalho crescer
cultiva com alegria
a terra que Deus lhe deu
trabalhando noite e dia
faz crescer o seu produto
ele vive em harmonia
cultivando sua terra
garante boa produção
vai garantindo o viver
de seus filhos no sertão
para não morrer de fome
não causar desunião
o trabalhador rural
tem que ser valorizado
pois sem ele nesse mundo
o comércio está parado
pois não tem consumidor
não tem nada no mercado
ele tem o seu direito
temos que o respeitar
vai lutando pelo povo
faz o mundo melhorar
pra conseguir o que quer
é preciso trabalhar
a renovação do mundo
depende do agricultor
por isso é importante
ele ter o seu valor
para isso já existe
o dia do trabalhador
(Leandro,Antônio,Marcélia,Rosielha,Luana)
v encontro gestar II
Aos dias 07 de novembro de 2009, realizamos nosso 5º encontro de Língua Portuguesa com TP3, teve inicio com uma mensagem reflexiva “Os dez mandamentos seculares”. Dando continuidade, os cursistas relataram suas atividades com a produção do cordel, foi um momento de interação, a turma demonstrou comprometida, trouxeram suas atividades, colocando seu ponto de vista.
A seguir, cordel apresentado pelos cursistas: Maria Bezerra de Lima, Edleuda Maria de Jesus, Maria Aurilene da Silva, Jacqueline de Aquino, Francimar Teles.
O PROFESSOR E O ALUNO
O professor e o aluno
São figuras importantes
No ensino aprendizagem
Têm trabalhos interessantes
Um ensina, outro aprende
Disso falo nesse instante.
Falando do professor
Ser que vive indignado
Por planejar tanto as coisas
E as vezes não ser acatado
E ainda ter que responder
Por tudo que dá errado
O aluno é a figura
Que é muito inteligente
Embora às vezes não use
O que tem em sua mente
Chegado o final do ano
Quer um resultado decente
O professor sempre procura
O aluno incentivar
Realizando atividades
Capazes de transformar
Conteúdos em ações
Para a vida melhorar
O aluno sempre acha
Que está com a razão
Reclama de tudo que faz
Parece não ter coração
Para fazer o que o professor
Prepara com dedicação.
O professor conta histórias
E faz grandes palhaçadas
Pois dentro da sala de aula
Ele não mede estradas
É psicólogo, doutor, pai
Mas quer ver metas alcançadas
O aluno traz seus traumas
O professor tem que entender
Tem que trabalhar a família
Depois tenta resolver
Se o problema for do professor
Ele se vire pra esconder
O professor tem procurando
Mostrar o seu valor
Compreendendo o aluno
Que às vezes é sofredor
E procura todo apoio
Na figura do educador
Apesar de tudo isso
Ser professor vale a pena
Pois não é de grandes coisas
Que a nossa vida se emenda
São das pequenas conquistas
Queremos que o aluno entenda.
Em seguida trabalhamos tipos textuais, onde reforçamos o debate sobre tipos e gênero textual realizou a atividade “Em Prosa e Verso” que seria construir textos em prosa a partir do texto em verso “A pesca” – texto extraído dos slides da formação inicial apresentado pela professora Valquiria.
Formamos duplas onde cada um elaboraria textos em prosa narrativa, descritiva, preditiva, injutiva. Vejam algumas produções:
Prosa Descritiva
Dupla: Jucineide Chagas Fernandes
Ilda Pinto Leite
Pescaria no açude Barra-Funda
Ontem pela manhã, um dia ensolarado saiu de casa para pescar nas águas do açude Barra-Funda, um garoto chamado Pedrinho, cujas características eram identificáveis em todos os lugares: garoto- ágil – claro, estabanado, de boca grande e olhos azuis. Portanto um anzol com linha de náilon e algumas iscas na agulha objetivando perfurar a garganta de um peixe. Em silêncio sentou na areia, esperou a espuma diminuir para verificar se o que tinha sido atraído pela isca, era um peixe ou um cágado. Infelizmente pegou um cágado e desesperado arrancou a cabeça do animal, e voltando para casa decepcionado e com o anzol aberto.
Prosa Preditiva
Dupla: Ana Maria Saraiva Calixto
Maria Aurilene da Silva
Horóscopo
Peixe (20/02 à 20/03)
A linha do tempo mergulha
Estabanado no silêncio
Ágil-claro como o sol
Ancorado para o caminho
Da felicidade.
Analisamos junto cada trabalho apresentado, discutindo a característica de cada um, e como os tipos se fazem presentes, em cada texto.
A seguir, cordel apresentado pelos cursistas: Maria Bezerra de Lima, Edleuda Maria de Jesus, Maria Aurilene da Silva, Jacqueline de Aquino, Francimar Teles.
O PROFESSOR E O ALUNO
O professor e o aluno
São figuras importantes
No ensino aprendizagem
Têm trabalhos interessantes
Um ensina, outro aprende
Disso falo nesse instante.
Falando do professor
Ser que vive indignado
Por planejar tanto as coisas
E as vezes não ser acatado
E ainda ter que responder
Por tudo que dá errado
O aluno é a figura
Que é muito inteligente
Embora às vezes não use
O que tem em sua mente
Chegado o final do ano
Quer um resultado decente
O professor sempre procura
O aluno incentivar
Realizando atividades
Capazes de transformar
Conteúdos em ações
Para a vida melhorar
O aluno sempre acha
Que está com a razão
Reclama de tudo que faz
Parece não ter coração
Para fazer o que o professor
Prepara com dedicação.
O professor conta histórias
E faz grandes palhaçadas
Pois dentro da sala de aula
Ele não mede estradas
É psicólogo, doutor, pai
Mas quer ver metas alcançadas
O aluno traz seus traumas
O professor tem que entender
Tem que trabalhar a família
Depois tenta resolver
Se o problema for do professor
Ele se vire pra esconder
O professor tem procurando
Mostrar o seu valor
Compreendendo o aluno
Que às vezes é sofredor
E procura todo apoio
Na figura do educador
Apesar de tudo isso
Ser professor vale a pena
Pois não é de grandes coisas
Que a nossa vida se emenda
São das pequenas conquistas
Queremos que o aluno entenda.
Em seguida trabalhamos tipos textuais, onde reforçamos o debate sobre tipos e gênero textual realizou a atividade “Em Prosa e Verso” que seria construir textos em prosa a partir do texto em verso “A pesca” – texto extraído dos slides da formação inicial apresentado pela professora Valquiria.
Formamos duplas onde cada um elaboraria textos em prosa narrativa, descritiva, preditiva, injutiva. Vejam algumas produções:
Prosa Descritiva
Dupla: Jucineide Chagas Fernandes
Ilda Pinto Leite
Pescaria no açude Barra-Funda
Ontem pela manhã, um dia ensolarado saiu de casa para pescar nas águas do açude Barra-Funda, um garoto chamado Pedrinho, cujas características eram identificáveis em todos os lugares: garoto- ágil – claro, estabanado, de boca grande e olhos azuis. Portanto um anzol com linha de náilon e algumas iscas na agulha objetivando perfurar a garganta de um peixe. Em silêncio sentou na areia, esperou a espuma diminuir para verificar se o que tinha sido atraído pela isca, era um peixe ou um cágado. Infelizmente pegou um cágado e desesperado arrancou a cabeça do animal, e voltando para casa decepcionado e com o anzol aberto.
Prosa Preditiva
Dupla: Ana Maria Saraiva Calixto
Maria Aurilene da Silva
Horóscopo
Peixe (20/02 à 20/03)
A linha do tempo mergulha
Estabanado no silêncio
Ágil-claro como o sol
Ancorado para o caminho
Da felicidade.
Analisamos junto cada trabalho apresentado, discutindo a característica de cada um, e como os tipos se fazem presentes, em cada texto.
APRESENTAÇÃO
O PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR - GESTAR II é um programa de formação continuada semipresencial orientada para a formação de professores de Matemática e de Língua Portuguesa, objetivando a melhoria do processo de ensino aprendizagem. O foco do programa é a dupla professor-aluno, bem como, a atualização dos saberes profissionais por meio de sub¬sídios e do acompanhamento da ação do professor no próprio local de trabalho.
Tem como base os Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática e de Língua Portuguesa dos alunos de 5a a 8a séries (6º ao 9º anos) do Ensino Funda¬mental.
A finalidade do programa é elevar a competência dos professores e de seus alunos e, consequentemente, melhorar a capacidade de compreensão e intervenção sobre a realidade sócio-cultural.
Dessa forma, o Gestar II busca valorizar o professor como aquele que, ao mesmo tempo em que ensina, está em constante processo de aprendizagem.
FORMAÇÃO PRESENCIAL - 1ª ETAPA
I Encontro de Formadores e Coordenadores Gestar II
A Formação dos Professores-Formadores Municipais do Gestar II/MEC aconteceu no período de 29/06/2009 a 03/07/2009 no Colégio Batista, Bairro Aldeota, Fortaleza-Ceará e teve duração de 40h presenciais, sob a coordenação dos representantes da Secretaria de Educação do Ceará -SEDUC e Coordenadores das Áreas de Formação, bem como formadores estaduais e municipais.
No primeiro momento, participamos da solenidade de abertura do Programa Gestar II no auditório do Colégio Batista às 8h da manhã, contando com a presença dos representantes da Secretaria de Educação do Ceará- SEDUC, representantes e Formadores da UNB e demais Coordenadores e Professores-Formadores Municipais. Na apresentação do Programa os representantes, já citados, enfatizaram a importância do Gestar II, tendo em vista, um Curso reflexivo para a formação dos professores de Língua Portuguesa e Matemática; uma vez que, estão eles entre os responsáveis principais para o acesso ao conhecimento.
Após apresentação nos dirigirmos às salas de formação distribuídas por pólos, onde recebemos todo o material e fomos acolhidos e orientados pelo Formadora da UNB, Valquíria.
Nessa perspectiva, durante a semana de estudos realizamos atividades como: Leitura e discussão dos principais pontos dos Cadernos de Teoria e Pratica TP s 3, 4 Ee5, bem como dos AAAs correspondentes aos mesmos; Leitura compartilhada de alguns textos e, ainda, diversas atividades coletivas. Vale salientar que, a professora Valquíria utilizou vários recursos para apreciação e discussão do material, dentre eles: o filme "Narradores de Javé", slides e outros vídeos complementares; contribuindo assim, para a troca de experiências e aquisição de novos saberes.
Dessa forma, a formação ocorreu de forma produtiva, com profissionais comprometidos e capacitados, haja vista a proposta do Gestar II e a qualidade do material oferecido que nos fez compreender a importância do trabalho a ser desenvolvido junto aos professores cursistas em nossos municípios e acreditar, acima de tudo, que “O sucesso deste trabalho dependerá do esforço de cada um de nós”.
Edivania Torquato Gonçalves (Formadora Municipal)
FORMAÇÃO PRESENCIAL- 2ª ETAPA
II Encontro de Formadores e Coordenadores Gestar II
O segundo Encontro de Formação Presencial de Tutores do Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar II; (Língua Portuguesa e Matemática), aconteceu na UECE (Universidade do Estado do Ceará) Fortaleza-Ceará, no período de 26 a 30 de Outubro de 2009, no horário das 8h às 17h, cuja duração foi de 40h presenciais.
Na UECE (Universidade do Estado do Ceará) nos dirigimos para as respectivas salas, conforme a distribuição por pólos, a qual fomos acolhidos com a presença da Profª Rosa Maria Olímpio que veio substituir a Professora Valquíria nesta turma. A mesma nos recebeu com saudosos votos de boas vindas; expôs sua proposta de trabalho para a semana e deu inicio às atividades solicitando a apresentação de todos, incluindo os perfis dos municípios e os comentários sobre o desenvolvimento do Programa Gestar II com os nossos professores cursistas. Foi um momento muito importante, não só por reencontrarmos os colegas cursistas; mas pela troca de experiências que era transmitida e vivenciada por todos a cada relato; favorecendo ainda mais o enriquecimento da nossa prática e elevação da nossa auto-estima; principalmente, quando percebíamos o entusiasmo de cada cursista em falar do sucesso do Gestar II em seu(s) município(s).
Durante, a semana de estudos realizamos atividades como: Leitura e discussão dos principais pontos dos Cadernos de Teoria e Pratica TP s 1, 2 e 6, bem como dos AAAs correspondentes aos mesmos; Leitura compartilhada de alguns textos, e, ainda, diversas atividades coletivas. “Vale ressaltar que, a professora Rosa utilizou vários recursos para apreciação e discussão do material, dentre eles: o filme: Língua, vidas em Português”, slides e outros vídeos complementares; contribuindo assim, para a troca de experiências e construção de novos conhecimentos.
Dessa forma ocorreu mais uma etapa da Formação Continuada do GESTAR II, proporcionando, troca de idéias, de sugestões aprimorando mais os nossos conhecimentos, criando melhores oportunidades e levando-nos a uma reflexão da nossa prática pedagógica, assim, proporcionando uma base sobre a qual construiremos novos saberes e fazeres.
Edivania Torquato Gonçalves (Formadora Municipal)
O PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR - GESTAR II é um programa de formação continuada semipresencial orientada para a formação de professores de Matemática e de Língua Portuguesa, objetivando a melhoria do processo de ensino aprendizagem. O foco do programa é a dupla professor-aluno, bem como, a atualização dos saberes profissionais por meio de sub¬sídios e do acompanhamento da ação do professor no próprio local de trabalho.
Tem como base os Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática e de Língua Portuguesa dos alunos de 5a a 8a séries (6º ao 9º anos) do Ensino Funda¬mental.
A finalidade do programa é elevar a competência dos professores e de seus alunos e, consequentemente, melhorar a capacidade de compreensão e intervenção sobre a realidade sócio-cultural.
Dessa forma, o Gestar II busca valorizar o professor como aquele que, ao mesmo tempo em que ensina, está em constante processo de aprendizagem.
FORMAÇÃO PRESENCIAL - 1ª ETAPA
I Encontro de Formadores e Coordenadores Gestar II
A Formação dos Professores-Formadores Municipais do Gestar II/MEC aconteceu no período de 29/06/2009 a 03/07/2009 no Colégio Batista, Bairro Aldeota, Fortaleza-Ceará e teve duração de 40h presenciais, sob a coordenação dos representantes da Secretaria de Educação do Ceará -SEDUC e Coordenadores das Áreas de Formação, bem como formadores estaduais e municipais.
No primeiro momento, participamos da solenidade de abertura do Programa Gestar II no auditório do Colégio Batista às 8h da manhã, contando com a presença dos representantes da Secretaria de Educação do Ceará- SEDUC, representantes e Formadores da UNB e demais Coordenadores e Professores-Formadores Municipais. Na apresentação do Programa os representantes, já citados, enfatizaram a importância do Gestar II, tendo em vista, um Curso reflexivo para a formação dos professores de Língua Portuguesa e Matemática; uma vez que, estão eles entre os responsáveis principais para o acesso ao conhecimento.
Após apresentação nos dirigirmos às salas de formação distribuídas por pólos, onde recebemos todo o material e fomos acolhidos e orientados pelo Formadora da UNB, Valquíria.
Nessa perspectiva, durante a semana de estudos realizamos atividades como: Leitura e discussão dos principais pontos dos Cadernos de Teoria e Pratica TP s 3, 4 Ee5, bem como dos AAAs correspondentes aos mesmos; Leitura compartilhada de alguns textos e, ainda, diversas atividades coletivas. Vale salientar que, a professora Valquíria utilizou vários recursos para apreciação e discussão do material, dentre eles: o filme "Narradores de Javé", slides e outros vídeos complementares; contribuindo assim, para a troca de experiências e aquisição de novos saberes.
Dessa forma, a formação ocorreu de forma produtiva, com profissionais comprometidos e capacitados, haja vista a proposta do Gestar II e a qualidade do material oferecido que nos fez compreender a importância do trabalho a ser desenvolvido junto aos professores cursistas em nossos municípios e acreditar, acima de tudo, que “O sucesso deste trabalho dependerá do esforço de cada um de nós”.
Edivania Torquato Gonçalves (Formadora Municipal)
FORMAÇÃO PRESENCIAL- 2ª ETAPA
II Encontro de Formadores e Coordenadores Gestar II
O segundo Encontro de Formação Presencial de Tutores do Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar II; (Língua Portuguesa e Matemática), aconteceu na UECE (Universidade do Estado do Ceará) Fortaleza-Ceará, no período de 26 a 30 de Outubro de 2009, no horário das 8h às 17h, cuja duração foi de 40h presenciais.
Na UECE (Universidade do Estado do Ceará) nos dirigimos para as respectivas salas, conforme a distribuição por pólos, a qual fomos acolhidos com a presença da Profª Rosa Maria Olímpio que veio substituir a Professora Valquíria nesta turma. A mesma nos recebeu com saudosos votos de boas vindas; expôs sua proposta de trabalho para a semana e deu inicio às atividades solicitando a apresentação de todos, incluindo os perfis dos municípios e os comentários sobre o desenvolvimento do Programa Gestar II com os nossos professores cursistas. Foi um momento muito importante, não só por reencontrarmos os colegas cursistas; mas pela troca de experiências que era transmitida e vivenciada por todos a cada relato; favorecendo ainda mais o enriquecimento da nossa prática e elevação da nossa auto-estima; principalmente, quando percebíamos o entusiasmo de cada cursista em falar do sucesso do Gestar II em seu(s) município(s).
Durante, a semana de estudos realizamos atividades como: Leitura e discussão dos principais pontos dos Cadernos de Teoria e Pratica TP s 1, 2 e 6, bem como dos AAAs correspondentes aos mesmos; Leitura compartilhada de alguns textos, e, ainda, diversas atividades coletivas. “Vale ressaltar que, a professora Rosa utilizou vários recursos para apreciação e discussão do material, dentre eles: o filme: Língua, vidas em Português”, slides e outros vídeos complementares; contribuindo assim, para a troca de experiências e construção de novos conhecimentos.
Dessa forma ocorreu mais uma etapa da Formação Continuada do GESTAR II, proporcionando, troca de idéias, de sugestões aprimorando mais os nossos conhecimentos, criando melhores oportunidades e levando-nos a uma reflexão da nossa prática pedagógica, assim, proporcionando uma base sobre a qual construiremos novos saberes e fazeres.
Edivania Torquato Gonçalves (Formadora Municipal)
meu porcesso de alfabetização
Cada etapa da vida de um ser humano é composta por experiências que marcaram de forma positiva ou negativa,que fazem parte da cultura, das raízes,do círculo social em que se vive.
Minha história de vida é comum a muitas outras que vive na cidade do interior, me chamo Edivania Torquato Gonçalves filha de agricultores,sem muito luxo,porém,muita vontade de vencer na vida.Apesar de uma vida humilde,graças a Deus,os meus pais não deixavam faltar o essencial para a sobrevivência no lar.Meu processo de escolaridade do primário ao 2º grau se deu em escola pública.
O início do meu processo de alfabetização, ou seja, meu primeiro contato com as letras,palavras,embora de forma tradicional,foi em casa com a minha mãe.Ela conta,com muito orgulho, que aos cinco anos de idade já sabia”ler tudo” e que o pároco da nossa cidade,admirava a minha desenvoltura no da leitura.Hoje compreendo que sabia apenas decodificar e escrever símbolos ,reconheço que a “leitura” no sentido mais amplo da palavra,foi adquirida com o tempo, com a necessidade de buscar novos conhecimentos.
Desta forma ao chegar à escola fui matriculada em turma de 1ª série, por que já tinha desenvolvido este processo de alfabetização.
Enfim, posso afirmar que, meu processo de aquisição da leitura e escrita foi bem tradicional, começando pela metodologia da minha mãe e continuou nas séries seguinte, porque os professores eram frutos dessa educação. A leitura se resumia nos textos que tinha no livro didático, lembro-me que no primário não tinha cobrança de leitura de livros de literatura.O primeiro livro que li por cobrança da escola foi na 7ª série,pela professora Mª Hilda Gonçalves, que mesmo trabalhando com método tradicional,respeitava a individualidade de cada aluno, e deixou a critério de cada um a escolha de um livro para ler, na qual li a Normalista de Adolfo Caminha,recordo-me que a leitura foi de difícil interpretação,mas foi marcante em minha vida,por que,não foi uma leitura proibida,a obra contava a história de um coronel que assediava uma jovem ,e se minha mãe tivesse o conhecimento do contexto,com certeza não teria deixado ler.
Observa-se, infelizmente que não tive a oportunidade que as crianças tem hoje,de ter acesso a vários recursos que facilitam o processo de aquisição da leitura e que estimulam o hábito pela leitura,mas como fui sempre esforçada prossegui nos meus estudos ,cursei pedagogia onde ampliei novos horizontes e me tornei a educadora que sou atualmente.
Minha história de vida é comum a muitas outras que vive na cidade do interior, me chamo Edivania Torquato Gonçalves filha de agricultores,sem muito luxo,porém,muita vontade de vencer na vida.Apesar de uma vida humilde,graças a Deus,os meus pais não deixavam faltar o essencial para a sobrevivência no lar.Meu processo de escolaridade do primário ao 2º grau se deu em escola pública.
O início do meu processo de alfabetização, ou seja, meu primeiro contato com as letras,palavras,embora de forma tradicional,foi em casa com a minha mãe.Ela conta,com muito orgulho, que aos cinco anos de idade já sabia”ler tudo” e que o pároco da nossa cidade,admirava a minha desenvoltura no da leitura.Hoje compreendo que sabia apenas decodificar e escrever símbolos ,reconheço que a “leitura” no sentido mais amplo da palavra,foi adquirida com o tempo, com a necessidade de buscar novos conhecimentos.
Desta forma ao chegar à escola fui matriculada em turma de 1ª série, por que já tinha desenvolvido este processo de alfabetização.
Enfim, posso afirmar que, meu processo de aquisição da leitura e escrita foi bem tradicional, começando pela metodologia da minha mãe e continuou nas séries seguinte, porque os professores eram frutos dessa educação. A leitura se resumia nos textos que tinha no livro didático, lembro-me que no primário não tinha cobrança de leitura de livros de literatura.O primeiro livro que li por cobrança da escola foi na 7ª série,pela professora Mª Hilda Gonçalves, que mesmo trabalhando com método tradicional,respeitava a individualidade de cada aluno, e deixou a critério de cada um a escolha de um livro para ler, na qual li a Normalista de Adolfo Caminha,recordo-me que a leitura foi de difícil interpretação,mas foi marcante em minha vida,por que,não foi uma leitura proibida,a obra contava a história de um coronel que assediava uma jovem ,e se minha mãe tivesse o conhecimento do contexto,com certeza não teria deixado ler.
Observa-se, infelizmente que não tive a oportunidade que as crianças tem hoje,de ter acesso a vários recursos que facilitam o processo de aquisição da leitura e que estimulam o hábito pela leitura,mas como fui sempre esforçada prossegui nos meus estudos ,cursei pedagogia onde ampliei novos horizontes e me tornei a educadora que sou atualmente.
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