quarta-feira, 17 de março de 2010

Livro teórico

Livro teórico
Livro: Educador alquimista

“A arte de transformar informação em conhecimento e bons exemplos em princípios de vida “

Educador Alquimista, como explica o seu subtítulo, trata-se do poder que temos como professores, de "transformar informação em conhecimento e bons exemplos em princípios de vida". Para que isso seja possível, a autora Maria Lúcia Mercadante Naddeo dá inúmeros exemplos e sugestões a partir da sua vasta experiência como educadora e palestrante, tratando dos assuntos mais diversos. Entre eles, a sensação de frio na barriga no primeiro dia de aula, a difícil tarefa de ajudar alunos que são vítimas da violência doméstica e a necessidade de levar em consideração os diferentes estilos de aprendizagem dos educando. A educadora mostra neste livro, que ser um educador alquimista, é algo que pode ser conseguido por qualquer pessoa. Basta ter disponibilidade para ser autêntico, coerente, flexível e ter muita coragem de romper com paradigmas ainda vigente em relação ao ensinar/educar. A obra tem como proposta apresentar e discutir vivência na sala de aula com a mediação do professor-educador, como facilitador e que permita que nossos educando se conheçam, e assim possam ter controle sobre as informações aprendidas, transformando-as em conhecimento.

Educar é promover mudanças.
É reconhecer-se numa via de mão dupla...
É ter a humildade de aprender ao ensinar...
É ver o mundo pelo olhar do outro...
É facilitar, motivar,instigar,discutir,avaliar...
E todos esses verbos conjugados de forma reflexiva...
Educar é exercer a incrível arte da transformação...
É alquimia!
É transformar informação em conhecimento...

Livro literário

Livro: Memórias Póstumas de Brás Cuba
Autor: Machado de Assis
Resumo do livro e seus personagens
Em capítulos muito curtos, a história tem início com a morte de Brás Cuba e seus personagens vão sendo apresentados à medida que participarem da vida dele. Brás Cubas, depois de morto, resolve escrever sua autobiografia. As lembranças vêm fragmentadas cabendo ao leitor organizá-las para acompanhar o relato.
As informações sobre seu nascimento e sua infância são poucas, mas revela que ele foi uma criança muito mimada e travessa, sendo apelidado de “menino diabo”. Sobre seu período na escola, quase nada fala, mas conta que cresceu normalmente.
De tudo o que ele narra sobre sua vida, salientam-se seus amores juvenis por Marcel, uma prostituta de luxo que quase acabava com a fortuna da família. Para que ele se curasse dessa paixão, os pais o enviam à Europa, de onde ele retorna já doutor, às véspera da morte da sua mãe.
Após um inconsequente namoro com Eugênia, moça pobre e com defeito na perna, fica noivo de Virgília, cujo pai, pessoa influente, poderia favorecer a almejada carreira política do rapaz. Ela ,no entanto, se casa com Lobo Neves, homem inteligente e candidato à carreira política e m ais decidido que Brás Cubas.
Anos depois, Brás Cubas e Virgília se reencontram, ela já casada, e tornam-se amantes, passando a viver a paixão que não viveram quando noivos. Depois a paixão esfria, reacendendo quando Virgília fica grávida dele. A criança morre antes de nascer e os amantes se separam.
Sabina, irmã de Brás Cubas, arranja-lhe uma noiva, Eulália (Nhã-Loló), que, no entanto, morre vítima de uma epidemia, antes do casamento.
Sem objetivos na vida e entediado, Brás Cubas reencontra Quincas Borba, colega dos tempos de escola, que se diz filósofo e expõe ao amigo sua filosofia, o Humanitismo. No primeiro reencontro, Quincas, pobre e miserável, rouba o relógio de Brás. Tempos depois, após ter recebido uma herança e com boa posição social, reaparece e restitui-lhe o objeto roubado. Mais tarde,Quincas Borba enlouquece e Brás Cubas, procurando uma forma menos tediosa de viver,tenta a política,porém sem sucesso.
Perseguindo a celebridade, pensa em produzir um remédio que levaria seu nome, o “Emplastro Brás Cubas“. Entretanto, irônica e tragicamente, numa de suas saídas à rua para cuidar do projeto, apanha uma pneumonia da qual vem a falecer com 64 anos,rico solteiro,acompanhado de Virgília e de alguns poucos amigos.
Brás Cuba termina sua narrativa resumindo a vida pela negação, revelando sua descrença em relação ao mundo e concluindo que saiu da vida com um pequeno saldo, pelo fato de não ter deixado filhos e, portanto, não ter transmitido a ninguém sua miséria física e moral.




Personagens mais relevantes
Brás Cubas: narrador, protagonista, morto aos 64 anos.
Marcela: primeiro grande amor da vida de Brás Cubas, prostituta de elite, cujo amor por ele duraria “quinze meses e onze conto de rés”.
Virgília: filha do Conselheiro Dutra. Fica noiva de Brás Cubas, mas casa-se,por interesse,com Lobo Neves e com ele tem um filho, Nhô-Nhô. Depois se torna amante de Brás.
Lobo Neves: homem inteligente e astuto, frio e calculista. Arrebata Virgília de Brás e a almejada candidatura política deste.
Dona Plácida: uma velha senhora, ex-empregada, amiga e confidente de Virgília, e protetora da relação extraconjugal desta com Brás Cubas.
Sabina: irmã de Brás briga com ele pela herança da família, reconciliam-se depois.
Cotrim: marido de Sabina, interesseiro e ambicioso.
Eugênia: filha de Eusébia e Dr.Vilaça. Delicada e bela, apesar de ter um defeito na perna. Envolveu-se com Brás, mas sem conseqüências. Apelidada por ele de “flor da moita”.
Eulália: chamada familiarmente de Nhá-Loló,19 anos,expressão angelical.Filha de Damasceno,um irmão de Cotrim.Fica noiva de Brás,mas morre ante do casamento.Apelidada por ele de “flor do Pântano”.

Quincas Borbas: colega de escola de Brás. Desenvolveu a filosofia do Humanitismo, porém acabou louco.

sexta-feira, 12 de março de 2010

X Encontro-Gestar II

Aos dias 21 de Fevereiro de 2010,realizamos o encontro do Gestar II, iniciando o tp6. De início a reflexão do dia, com a fábula “O leão e o ratinho”.
Realizamos um estudo coletivo do texto “Argumentação e linguagem”, página 13 do TP 6 da autora Maria Luiza Monteiro Sales Coroa – Unidade 21.
O debate, de forma bastante participativa, girou em torno da seguinte fala da autora “...todos os seres humanos são, ao mesmo tempo, origem e produto da linguagem, origem e produto da história que nos leva a construir formas de comunicação e de atuação específicas.”
Em seguida, estudamos a Seção 1 “A construção da argumentação”, cujo objetivo: identificar marcas de argumentatividade na organização dos textos foi alcançado. Refletimos sobre o uso da língua e linguagem para atuação e ação do homem sobre o mundo e as coisas e a produção de resultados a partir dessas ações linguísticas.
Discutimos a diferença entre argumento e tese. Através da atividade 4 da página 20 – texto abaixo. Analisamos a busca do texto em convencer o leitor acerca de uma idéia principal. Os cuidados com alimentação contribuem para que o processo de envelhecimento transcorra sem sustos. A essa idéia chamamos tese do texto argumentativo.

Coma Bem viva mais
Cuidados com alimentação contribuem para que o processo de envelhecimento transcorra sem sustos.
• Incremente as refeições com vegetais.
Planeje 5 porções (legumes, frutas frescas, grãos, por exemplo.) por dia.
• Beba água. Em média, de 6 a 8 copos diariamente.
• Atente para quantidade de gordura, colesterol e sal e não abuse de enlatados e alimentos processados.
• Com a idade, o metabolismo se torna mais lento. Converse com seu médico para saber quantas calorias consumir por dia.
• Não use suplementos sem que eles sejam recomendados pelo especialista


Observamos que as maneiras de organizar os argumentos para comprovar a tese são diferentes; realizamos então, coletivamente a atividade 5 - Texto: Em busca da longevidade de Dr. Ernesto Silva. Identificamos a tese, os argumentos usados para comprovar a validade dessa tese. Além disso, comparamos os textos das duas atividades 4 e 5 analisando a organização dos argumentos de cada um. Dando continuidade as atividades, dividimos a turma em grupo onde cada um elaborou um texto argumentativo partindo de um provérbio escolhido pela equipe, terminado o tempo estipulado para realização da atividade, cada equipe lia o seu texto e os demais iam descobrindo a qual provérbio estava relacionado, como também, questionamento sobre as estratégias argumentativas utilizadas.Dando continuidade foi entregue textos aos cursistas, para que os mesmos identificassem em quais tipos de argumentos estavam baseados, (autoridade, consenso, provas concretas, por ilustração, por exemplo, raciocínio lógico), enfim foi uma atividade bastante proveitosa.